Os acordos de não persecução penal (ANPP), instituídos pela Lei 13.964/2019, podem ser propostos após o início da tramitação das ações penais.
Consultor Jurídico
15/07/2022 | Por: https://pt.linkedin.com/posts/diogo-papel-513ab7177_fui-honrado-com-o-t%C3%ADtulo-de-cidad%C3%A3o-benem%C3%A9rito-activity-6949148915820601344-MLCW
ADVOGADO CRIMINALISTA DIOGO PAPEL É HOMENAGEADO COM O TÍTULO DE CIDADÃO BENEMÉRITO DA CIDADE DE BARRETOS (SP) (Divulgação)
No último dia 02 de julho deste ano, o advogado criminalista Diogo de Paula Papel foi homenageado com o título de cidadão benemérito da cidade de Barretos, São Paulo.
Em discurso proferido na Câmara Municipal de Barretos (SP), o Excelentíssimo Vereador Raphael Oliveira destacou a trajetória do advogado, as conquistas perante o Poder Judiciário, sobretudo nos Tribunais Superiores.
Diogo Papel, nascido em Barretos (SP) e com 31 anos de idade, agradeceu às pessoas que passaram pelo seu caminho. Abordou a importância que a figura do advogado criminalista representa na sociedade e à realização da justiça. Destacou, ainda, que “Quando comecei a advogar, Sr. Presidente, na área criminal logo recebi uma Carta endereçada aos Jovens Advogados do Instituto de Defesa do Direito de Defesa, assinada por grandes criminalistas, tais como, Alberto Zacharias Toron, Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, Arnaldo Malheiros Filho, José Carlos Dias, para ficar nestes. A carta dizia que nós advogados criminalistas escolhemos uma profissão que se compara ao tamoio de Gonçalves Dias: ‘Tamoio Nascente. / Valente serás’. Para nós, ‘A vida é combate / Que os fracos abate / Que os fortes, os bravos / Só pode exaltar’. Afirmavam eles, ainda, que se não carregarmos o estandarte da liberdade, ninguém o faria”.
Ao abordar sobre a ditatura no país, Diogo Papel relembrou o papel da advocacia naqueles tempos sombrios, in verbis: “Se, de um lado, o autoritarismo de outrora que só aprofundou a desigualdade social brasileira, e aqui refiro-me à ditadura, hoje ela vem mais disfarçada através da caneta. Ah, o poder da caneta, muito mais capaz de ferir e matar do que as próprias armas, de outro. (...) A advocacia é peça fundamental para se garantir a democracia, que, por seu turno, é a condição natural do exercício da advocacia”.
Por fim, agradeceu mais uma vez aos familiares e terminou seu discurso citando Guimarães Rosa e o poema poética de Manoel Bandeira.
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